segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Amor resiliente;

(Foto tirada pela Tassia Mara no dia do nosso inesquecível assalto)

É engraçado pensar nisso.
Que quem me ensinou essa vertente de amor seja uma mulher.
Ela é um sentido meu e eu, sou dela.
Nos misturamos em um ponto crucial e louco da vida.
Tivemos episódios dolorosos, engraçados, perigosos, coloridos, marcantes.
Aprendi, a duras penas e muito engolir de orgulho, como é o amor resiliente.
Eu gosto de olhar pra ela e ver como a gente cresceu e como não foi fácil, 
mas como foi lindo.
Perceber que no fim de todas as festas restamos sempre nós em algum canto, conversando sobre político, sexo, religião, amor, família e como os pés doem.
Duas cervejas e um cigarro, possivelmente. 
É assim que eu nos gosto e nos admiro: um canto, um bocado de palavras sinceras e toda cumplicidade sem julgamento que possa existir.
Ter você é um presente incrível


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