Na minha pequena lista de "The Best" do ano ela não poderia faltar.
A menina que roubava livros concretizou-se como uma leitura emocionante, viciante, apaixonante.
Liesel, Rudy e companhia, apresentados por Markus Zusak, foram personagens bordados num manto cinza, branco e vermelho da Alemanha nazista.
Mas não é aí que mora o interesse maior...a própria morte conta a história da intrigante Liesel.
Se a morte se deixou levar por essa história...bem, imagine você.
P.siu: um trecho pra matar a saudade:
Por hora, Rudy e Liesel caminhavam para a Rua Himmel embaixo de chuva. Ele era o maluco que se pintara de preto e derretora o mundo inteiro. Ela era a roubada de livros que não tinha palavras. Mas, acredite, as palavras estavam a caminho e, quando chegassem, Liesel as seguraria nas mãos feito nuvens, e as torceria feito chuva.
(A menina que roubava livros)
.

Nenhum comentário:
Postar um comentário