quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Vivência e não urgência;

O ser humano só valoriza o amor
quando há perda ou risco de perda...
Quase nunca durante sua encantatória vigência.
Descobrir que amar é também
saber amar e transformar a vigência do amor
em vivência de amor, em algo bom,
pelo gosto de viver e não pelo medo de perder,
é sabedoria para poucos enamorados.
Amar é fazer um pacto
de felicidade e não de dor.


Quem porém sabe disso?

 
Artur da Távola
 
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