segunda-feira, 11 de abril de 2011

Parece até que eu inventei você;



Eu prometo um amor sem fim;
Prometo dar risada das tuas piadas (mesmo quando forem sem graça);
Prometo afastar as tuas angústias quando o medo te assombrar;
Segurarei a sua mão, como se faz com uma criança assustada;
Prometo vibrar e sorrir a cada conquista tua, prometo fazer meu cada sonho que você tiver. E realizar com o mesmo afinco, cada desejo teu (meu, nosso).

Prometo estar lá, em pé, como uma guerreira que jamais abandona um amigo (amizade também amor), mesmo que isso também signifique a própria morte
 (viver sem ti e morrer são sinônimos pra mim).
Prometo brigar quando tiver errado, e prometo brigar por ti quando algo te fizer mal
(um mal que te atinge é o meu mal também).

Prometo não rir quando acordares de mau humor pela casa, quando por desastre bater o dedinho no móvel, perder um chinelo, um jogo, um emprego... eu vou ser a calmaria para cada tempestade.
Prometo te fazer feliz enquanto o ar habitar os meus pulmões, enquanto houver força em meus braços para te aninhar em mim, enquanto meus olhos ficarem abertos o suficiente para olhar cada traço que o tempo e o destino deixarem no teu rosto.
Enquanto houver vida no meu coração, eu vou amar você.

(Lirian Galinari Oliveira – Cacoal/ RO – 27/07/2009)

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