quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O amor odeia clichês;

”Às vezes as pessoas fazem jogo duro porque precisam saber se os sentimentos da outra pessoa são reais.”   
"A primeira lição está dada: o amor é onipresente.
Agora a segunda: mas é imprevisível.
 Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados.
Ou receber flores logo após a primeira transa.
O amor odeia clichês.
 Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão,
e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista,
depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer.
Amar é surpreender."


Martha Medeiros
 
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