sábado, 13 de novembro de 2010

O amor nos tempos de cólera;

" ...acabou pensando nela como jamais imaginara
que se pudesse pensar em alguém, presentindo-aonde não estava,
desejando-a onde não podia estar, acordando de súbito
com a sensação física de que ela o contemplava na escuridão enquanto ele dormia...
de maneira que na tarde em que sentiu seus passos resolutos
no tapete de folhas amarelas da pracinha custou a crer
que não fosse outro embuste da sua fantasia "

 
Gabriel García Márquez

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