domingo, 17 de outubro de 2010

Que sorte a nossa, hein?


Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me manda são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte

Nesse mundo de tantos anos
Entre tantos ou outros
Que sorte a nossa hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois, esse amor.


(Vanessa da Mata)

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