sexta-feira, 2 de julho de 2010

Uma dose de amnésia, por favor;

E eu saí por aí, fui rasgar o véu da noite.
Bebi, dançei, gargalhei abraçada às minhas amigas, chutei os sapatos para o ar na madrugada do escuro da sala com a maquiagem toda borrada, naquele rímel que virou blush.
Eu não poderia deixar de festejar a sua partida. Sim, festejei.
O fim de um amor banal merece festa, com direito a brinde ao idiota que estragou sua vida até próximo príncipe encantado maldito.
Sal, limão, tequila e aquela dose de amnésia.
E estamos prontos pra outra, não é coração?

Lirian

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